Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Aarni - Tohcoth (2008)


 
Modo Crítico de Música Ligado

O Aarni é uma banda finlandesa, fundada em 1998, que se auto-intitula avant-agard metal, encabeçada por Master Warjomaa, único membro e fundador (o restante do grupo é composto por músicos de estúdio).

Segundo álbum da banda, "Tohcoth" é uma salada de gêneros, passando por todos os tipos de doom metal, progressivo dos anos 70, folk e algo de ambient music, sendo ao mesmo tempo, totalmente guiado por guitarras. Um certo número de notas e melodias foram implentados, de acordo com as crenças da banda, de modo - esperamos... - a causar diversos benefícios ao ouvinte (você!), segundo os princípios da "geometria sagrada". Você certamente achará o álbum um pouco progressivo, experimental ou simplesmente, "mutcho lôco", mas a crítica tem simplesmente rotulado o trabalho de Experimental Doom Metal.
Os temas das músicas se baseiam no ocultismo e teorias futurísticas, alteração comportamental, liberação coletiva e pessoal, com a adição da mitologia Lovercraftiana, alquimia, mitologia, juntamente com conteúdo do Discordianismo e Thelema.
Os sons são cantados em inglês, latim, finlandês e enoquiano!

O álbum ainda apresenta a primeira e única gravação feita até hoje da música “The Battle Hymn of the Eristocracy”, uma paródia á canção patriótica norte-americana "The Battle Hymn of Republica", que está no clássico texto Principia Discordia (em inglês)
Uma versão incompleta em português pode pode ser encontrada aqui

Você provavelmente achará "Tohcoth" mais brutal que sua mãe, mas sensível que seu pai, mais louco que seu tio, mais cabalístico do que Madonna, mais macho que Manowar, mais progressivo que Slayer, mais equilibrado que Jesus ou Moisés ou Maomé, mais educado que Hitler, mais científico que Dawkins, mais honesto que qualquer governante e, talvez, menos EMO que você!

O álbum é dedicado a Robert Anton Wilson.

Modo Crítico de Música Desligado


O negócio todo é uma salada musical muito louca e muita boa! :D :D :D
Ainda estou digerindo o álbum, vou ser sincero, e tenho certeza que ele não é para todos os gostos (se o seu tipo de som é aquele direto-e-reto, é melhor sair daquí e voltar para o álbum do Pantera).
Afora toda a maluquísse filosófica e religiosa contida no álbum, ele é metal, a base das músicas é toda construída em cima do gênero, mas é esticado ao limite.

Além do álbum ser bastante interessante, aqueles sem medo de se aventurar por águas desconhecidas podem ter qualquer opinião contrária, menos que ele é chato!
Em tempo: ao entrar no site da banda, não se assuste com as datas, pois segundo as crenças de Master Warjomaa, baseadas no Discordantismo, estamos no ano de 3174.

Procurando informações sobre o álbum, uma que sintetiza bem é a seguinte: "segundo álbum dessa música esotérica e doom/progressivo, feita por esse finlandês maluco".
Em 320Kbps, capas a parte



01. Coniuratio Sadoquae
02. The Hieroglyph
03. Riding Down The Miskatonic On A Dead Thing
04. Arouse Coiled Splendour
05. Hoyos
06. All Along The Watchtowers
07. Chapel Perilous
08. The Sound Of One I Opening
09. The Battle Hymn Of Eristocracy
10. Baebelith
11. Iku-Turso

Part 1
Part 2
Covers

1 comentários:

Anônimo disse...

por acaso é o paulo coelho no canto direito da capa, ao lado do Jung?